Mesas laterais servem tanto para apoiar objetos que se usa em determinado ambiente quanto para expor algum objeto decorativo. Quase obrigatórias ao lado de sofás e poltronas no living de interiores com espaço, podem ser descartadas se o mesmo foi exíguo. Mas, para uma boa “finalização” de uma composição, são sempre indicadas. Nesta pequena resenha, destacamos alguns modelos clássicos, de bom design ou inesperadas, para surpreender bem quem acorre a determinado ambiente.

Criada por Eillen Gray em 1924, é a clássica mesa “Gray“, em vidro e metal tubular. Pode ter altura regulada por um singelo mecanismo de encaixe, corrente e apoio com pino. Um must quando se fala em design deste tipo de peça.

Outro clássico do design, as mesas laterais da linha “Tulipa” foram criadas em 1956 por Eero Saarinen. A elegância do pé único em forma de haste é complementada por tampos em madeira, mármore Nero Marquina ou Carrara. Um destaque para quem curte design.

Recém lançadas pela Saccaro as mesas da linha “Bordados” combinam madeira e ponto cruz com graça bem brasileira. Design de Tina Moura e Lui Lo Pumo, fazem bonito em diversas combinações.

As novas mesas “Buni” de Jader Almeida mostram o avanço do bom design brasileiro: feitas em madeira com tampo em MDF, podem vir em tom natural ou laqueadas em diversas cores e acabamentos. Elegantes como a haste de uma flor e suas pétalas, prometem um belo visual a variados espaços.

Desconstrução é a ideia da mesa lateral da linha “Aparas” de Alessandra Delgado, designer brasileira em ascenção. Premiada na 24 edição do Prêmio Design do Museu da Casa Brasileira, como o próprio nome diz é feita de aparas de madeira e muita cor. O acabamento em laca alto brilho pode vir em tons fortes como vermelho e amarelo e é aliado a detalhes de encaixes, o que deixa a peça ainda mais interessante. Também pode ser combinada com outras peças iguais formando um todo geométrico e diferente.

O trio de mesas “Tribo” é proposta de Ilse Lang para a DPot: compostas com pés em inox e tampos de madeira com rasgos que facilitam seu encaixe umas com as outras, formam um verdadeiro “conglomerado” belo e lúdico. Ótima para ambientes com espaço para que se possa ver sua composição.

Bastante “barroca” mas não menos atual devido ao uso do acrílico brilhante em cores como preto e vermelho, a mesa “Ligero” do estúdio Nada Se Leva é bastante inspiradora e até poética. Pode atender ambientes mais formais dando um toque de graça ou complementando espaços já com uma queda para o lúdico.

Para fechar a seleção, nada melhor que a leveza de “Tip Top“: proposta de Philippe Starck para a Kartell, tem tampo em vidro colorido e base em acrílico transparente monolítico. Uma graça para decorar espaços que precisam de um toque lúdico ou de cor e frescor!